Pesquisa: a credibilidade das marcas nas redes sociais

 
Como construir credibilidade nas redes sociais? Essa é uma boa pergunta quando você está prestes a colocar sua marca nesse ecossistema que reúne aproximadamente 940 milhões de pessoas no mundo, de acordo com pesquisa da InSites Consulting de janeiro de 2010.
Enquanto a gente fica quebrando a cabeça atrás de respostas, o eMarketer divulgou uma pesquisa realizada pela InSites para descobrir quais as fontes de informação que os integrantes de redes sociais consideram mais dignas de credibilidade. Ou seja, em quem eles “botam fé” para saber se uma marca é boa ou não. Vamos aos resultados:


A opinião de outro consumidor vem em primeiro lugar, com 38%. Isso inclui blogueiros, fãs, seguidores e todos os tipos de participantes de redes sociais. Até aí, nenhuma novidade. O que surpreende é a própria marca estar bem próxima, com 32% de credibilidade quando o assunto é ela mesma. Isso demonstra a importância da marca estar presente nas redes sociais.

 Se a sua marca não estiver lá, como alguém vai abraçá-la?
Há uma variação geográfica nos resultados que o gráfico não mostra: os moradores do Sudeste e do Leste Europeu confiam ainda mais na opinião de clientes, enquanto os asiáticos e sul-americanos (nós) pendemos mais para o lado das marcas. Estranho…

A pesquisa indica que a credibilidade dos jornalistas está em baixa: apenas 7% confiam neles.



Situação pior só a dos marqueteiros, com 3%. E olha que o Marcos Valério nem é mundialmente conhecido.


Quando se trata de marcas, melhor não citar a concorrência: apenas 1% vão acreditar em você, segundo a pesquisa.

Sua marca não está sozinha

Outra pesquisa da InSites de 22 março de 2010 mostra que as marcas não estão no topo da preferência dos participantes de redes sociais na hora de seguir/virar fã:



As bandas saem na frente com 44% dos grupos, seguidos de pessoas famosas (tipo um @hucklucianO) com 40%.

Acredite se quiser: a Calypso é a primeira imagem que aparece quando você digita a palavra “banda” no Google Imagens… #medo

As marcas ficam com 35%, seguidos de ações de caridade, com 33%, e de anônimos. Não admira o afã das marcas em colocar pessoas famosas nas propagandas…



Mas olha que um mash-up entre marcas pode sair mais barato e ser mais bacana!

E aí, vai ficar parado ou entrar nas redes sociais e começar a busca por marcas interessantes para uma parceria?

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